segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

O inusitado



Tristeza, agonia e a amplitude de uma espera
Tanto tempo com esse desconhecido ser
Mas há um motivo, o acaso existe?
É estranho e angustiante quando chegas

A noite é transformada em “Eus” conflitantes
É preciso compreender de onde vens
Dores são suavizadas com antídotos
Mas o que fazer contigo?

Persegue-me enquanto busco confundi-lo
Minha mente tenta uma direção para fugir
Mas não encontra a saída dessa caverna
E aí chega o teu parceiro audacioso e desesperador

Mas encontrei respostas que me ensinaram
Do toque do teu “TOC” não adianta fugir
Tua companhia não é um por acaso
Tô aprendendo a te ver e respeitar tua presença
Vale a pena viver e conviver com o inusitado.


Dedico a todos os meus irmãos que convivem com o “TOC” (Transtorno Obsessivo Compulsivo) e que mesmo assim não deixam de ver a vida com os olhos do amor.

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