terça-feira, 19 de junho de 2012

Majestade loucura



A loucura enobrece a rebeldia que desperta
A liberdade existe nos olhos que são vendados
Aprisionados nos cárceres da civilização contemporânea
E os tolos impérios buscam calar a sabedoria não contaminada

 
Nos porões da cidade se disfarçam os homens de vestes branca
Os choques de outrora são alterados por vermes ilusórios
Ah... quanta hipocrisia nos discursos das modinhas moderna!
Sinto-me hipnotizada por teu olhar nobre













Que bom mergulhar nas torrentes da insensatez
Não roubaram minha subjetividade, embora tentem
Podem me silenciar, mas minha alma é escorregadia
Loucos sonhos rondam a majestade da loucura


Não entendem, não vêem, pois a moeda se sobressai
Mas eu sou plena e criativa nos meus devaneios
Não arrancarão meu coração complexo e capaz
Loucas loucuras trazem a originalidade da realidade













Nem correntes, nem gotas destruirão meu corpo cósmico
Belos homens e mulheres voam no espaço das ideias
Pode ainda vingar o respeito benigno
E fazer com que todos possam acordar o ser humano.

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