terça-feira, 20 de agosto de 2013

A moça



Vejo aquele sorriso curioso

A face atenta que se perde nas descobertas

Tuas palavras surgem do entusiasmo

A expressão crítica e cautelosa se rebela

Não esperava encontrar a moça


E estava lá, os silenciosos manequins

Tantos sonhos, receios e desafios!

Mas e a moça? O que lhe completa o sorriso?

Talvez a questão não tenha resposta

É preciso sentir teus segredos


A objetividade completa a subjetividade dos porquês

Ora humana, ora a explosão das galáxias

Aproxima-se devagar e sorrir

A confiança ainda sobrevive a holocaustos

O dever espera teu aval todos os dias


Moça que cativa os olhos sóbrios

Acredito na leveza e na pulsação das tuas ideologias

Procuras e encontrarás o tesouro perdido

Teu riso derrotou meu medo

Teu brilho alcançou até mesmo o irreal.


Dedicatória: Beatriz Fontenele


Imagem retirada do Google

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