terça-feira, 2 de maio de 2017

Nascer, crescer, decrescer e daí?




Para que precisamos de ordem e de metódica busca?

Olhei para ti e vi tanta sabedoria silenciosa!

Tive então a ideia de me permitir recordar outros tempos...

Ao instante que disputaram teu cheiro e teu toque para te ver sorrir



Agora olham para ti e se sentem confusos, por olhar assim ou por seu momento de fúria?

Talvez não entendem que estás aí a gritar e chorar, por hora... inutilmente

E pensar que lhe prometeram a proteção eterna...

Sento bem perto de ti para sentir a tua respiração experiente



Por que tenho que nascer, crescer e morrer?

Penso que Interditar teu jeito de ser me faz medíocre

Não preciso ir ao encontro da maioria e nem da minoria

Pôr minha cabeça sob a guilhotina seria um absurdo



Estar contigo às vezes me entristece por eu lembrar o não lembrado

Mas tem algo novo em ti que preciso precisa que visto e aplaudido

Vou te ouvir e depois abraçar teus gestos meio tolos, serão mesmo?

Pensei agora:  podem ser códigos que levam ao despercebido tesouro achado

Quero me ver nesta viagem junto contigo em meio fases certas e incertas, para que preciso lembrar de coisas toscas?



Dedico a todos vocês com Alzheimer.

Imagem retirada da Internet





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